Sob a música de Regis Danesi Faz um milagre em mim, que toca em todas as rádios do país, fazendo com que o sacro invada o profano e o profano o sacro, foi encerrada a justa homenagem com que a Câmara de Vereadores de Joinville (SC), antecipou a comemoração dos 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil.
Desta forma se evidencia o que já se percebe a muitos anos, de que a maior igreja evangélica do Brasil tem sido reconhecida pelo brilhante trabalho em várias áreas da sociedade, especialmente em Joinville com missões, comunicação, ação social, educação e cultura.
No passado, sob grande perseguição, nossos desbravadores sofreram privações e sofrimentos, para pregar o evangelho preferecialmente à classe menos favorecida. Estudos revelam que o início foi com gente pobre e simples, mas que experimentaram o calor da presença de Deus. Isto os moveu para ganharem o país e o reconhecimento.
Diante disto, existem motivos de alegria e honra pelo reconhecimento, mas jamais se poderá esquecer que esta igreja é dos pobres e para os pobres e que os da classe média e rica que dela também fazem parte, assim só podem fazer porque um dia ela iniciou-se com os pobres, sendo assim mordomos, pobres e ricos, das riquezas que esta igreja tem. Por isto não se pode esquecer de continuar a ter uma vida simples, como Jesus era simples, sem criar estruturas ostensivas de riquezas materiais que depõe contra o evangelho.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Um tributo ao Apóstolo das Crianças
Foi sepultado hoje em Blumenau o chamado Apóstolo das Crianças. Trata-se do Pr. Woldemar Kinas, homem a quem devemos o exemplo de dedicação abnegada à causa de crianças menos favorecidas e em situação de risco. Foi ele que formatou e incentivou o que nossas igrejas fazem hoje em termos de Ação Social, quando nem se falava sobre o assunto. Fundou o Lar Betânia, Lar Betel e foi cofundador do Lar Joao 3.16. Nunca deixou de se preocupar e quase que como uma obsessão, buscou por todos os meios, dar sustentabilidade às crianças abrigadas nestas instituições. Ocupou-se até a morte, aos 86 anos, com o idel que defendia. É de sua autoria a famosa frase: "Quem não investe na criança, hipoteca o futuro." Fez desta frase seu ideal de vida e conseguiu contagiar muitos outros com ela, com suas palavras e seu estilo de vida. Sempre muito respeitador, ético, correto e de moral ilibada. O mundo fica mais pobre com sua ausência, porém mais rico com seu legado.
Devo muito a ele naquilo que sou, com seus sábios conselhos, considerações e exemplo. Mesmo com sua idade avançada ligava para mim se preocupando comigo, minha família e a instituição de que sou responsável. Minha alma sente falta dele, porém meu estilo de trabalho tem muitas marcas deixadas por ele.
Devo muito a ele naquilo que sou, com seus sábios conselhos, considerações e exemplo. Mesmo com sua idade avançada ligava para mim se preocupando comigo, minha família e a instituição de que sou responsável. Minha alma sente falta dele, porém meu estilo de trabalho tem muitas marcas deixadas por ele.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Deixar-se presentear pela graça
A forma que temos para viver em liberdade é reconhecer a atuação da graça de Deus sobre nossas vidas. E refirme-se sempre: graça totalmente gratuita. Esta liberdade nos livra do medo e da ansiedade, pois passamos a confiar no cuidado de Deus.
Deixar-se presentear pela graça nesta páscoa, é aceitar deixar-se perdoar, confiar, ser curado/a e ter esperança de que a ressurreição de Cristo não foi vã, mas é a prova de nossa vivificação.
Transcrevo abaixo uma pérola do Fernando Albano num de nossos devocionais sobre este assunto:
"Geralmente as pessoas têm senso de reivindicação. Isto ocorre por pensarem que possuem méritos. Assim, onde houver méritos haverá reivindicação. Contudo, no Reino isto não se aplica, pois somos pecadores diante de Deus e, portanto, a base de nossa relação com Ele encontra-se na Sua graça. Definitivamente não há lugar para o mérito humano no Reino de Deus. Portanto, todos os que são alvos da graça de Deus acabam desenvolvendo uma capacidade curiosa, a saber: são capazes de se deixar presentear. Somente estes são justificados por Deus porque aceitam ser aceitos, se permitem embalar nos braços do amor e do perdão. Para os filhos de Deus, cônscios da graça do Pai, tudo é presente, é dádiva. Não há reivindicação, nem ostentação de méritos, mas somente gratidão e ação de graças."
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).
Deixar-se presentear pela graça nesta páscoa, é aceitar deixar-se perdoar, confiar, ser curado/a e ter esperança de que a ressurreição de Cristo não foi vã, mas é a prova de nossa vivificação.
Transcrevo abaixo uma pérola do Fernando Albano num de nossos devocionais sobre este assunto:
"Geralmente as pessoas têm senso de reivindicação. Isto ocorre por pensarem que possuem méritos. Assim, onde houver méritos haverá reivindicação. Contudo, no Reino isto não se aplica, pois somos pecadores diante de Deus e, portanto, a base de nossa relação com Ele encontra-se na Sua graça. Definitivamente não há lugar para o mérito humano no Reino de Deus. Portanto, todos os que são alvos da graça de Deus acabam desenvolvendo uma capacidade curiosa, a saber: são capazes de se deixar presentear. Somente estes são justificados por Deus porque aceitam ser aceitos, se permitem embalar nos braços do amor e do perdão. Para os filhos de Deus, cônscios da graça do Pai, tudo é presente, é dádiva. Não há reivindicação, nem ostentação de méritos, mas somente gratidão e ação de graças."
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).
domingo, 5 de abril de 2009
Sua graça responde orações duplamente
Lembro-me de um grupo de amigos que, toda sexta-feira, nos reuníamos para orar e conversar sobre as "coisas de Deus". Era um tempo de certa ingenuidade e imaturidade espiritual para todos nós, mas foi um tempo em que crescemos muito, colocando diante de Deus nas madrugadas (algumas frias outras quentes cheias de mosquitos), nossos sonhos e ideiais bem como nosssas fraquezas. Trago boas lembranças deste tempo que formataram minha maneira de trabalhar no Reino, especialmente destes amigos que me ajudaram nisto: Moisés Silva, Allan, Giovane, Marcos Rosa, Jefferson, Nino, José's (um deles já morto), Ozias e Oziel Volanski, Samuel, Joaquim, Emerson, Jarede, Daniel (e seu imão).Todos cheios de desejos de servir melhor a causa do Mestre, passávamos horas em comunhão indizível, muitas das quais sem desejo de que terminassem.Uma de minhas orações era que de alguma forma, pudesse causar impacto de transformação de vidas e de fazer história. Assim, vejo hoje esta oração cumprida de um forma que não imaginava na época: de ter tido o privilégio de ajudar a escrever um livro sobre a história da maior igreja do estado de Santa Catarina, Joinville.
domingo, 1 de março de 2009
Entre mercadores, liberais e ortodoxos!

Este texto me foi enviado pelo amigo Victor Hugo e achei profético, por isso o transcrevo em meu blog. Boa leitura! Embora não haja uma resposta.
Cada vez mais conheço cristãos que não crêem em Jesus.
Cristãos e sacerdotes da religião cristã, mas, assim mesmo, atendem com mais facilidade qualquer valor ou estratégia, do que à Palavra de Jesus.
Tanto fez se são de linha extremada, exemplo: Neo-Pentecostal; ou se são da linha dos chamados Liberais.
Não importa. Os primeiros não crêem porque brincam com o nome de Jesus, enganando o povo sem pudor e sem temor de qualquer juízo de Deus. Já os do 2º grupo, não crêem também; embora, sem a insinceridade malévola dos primeiros.
Entretanto, tanto faz...
Os primeiros organizam “igrejas-franquias” para ganhar dinheiro. Todas elas são franquiadas... Recaíra sobre eles o que Jesus garantiu em Mateus sete que virá sobre todo lobo vestido de ovelha.
Já os de linha oposta, os chamados Liberais, não crêem também, mas, como são pessoas mais sutis e sofisticadas, desenvolvem meios psicológicos de permanência na “igreja” e até no “ministério”, pois, além do sustento, têm na “igreja” uma confraria, um Lions, uma maçonaria de velhas amizades e de cânticos saudosos; valores psicológicos importantes para eles. Além disso, muitos precisam do púlpito como forma de catarse; do contrario, enlouquecem ou surtam seriamente.
Em meio a esses pólos, temos os Ortodoxos semi-Ateus. Perguntados sobre Deus, eles dizem que crêem. Mas o negam por todas as suas ambições e demonstrações de culto à instituição, como se esta fosse o próprio Deus.
Assusta-me ver como muitos pastores conseguem ficar pregando anos e anos aquilo no que não crêem.
Sim! Muitos e muitos deles não crêem mais...
Do 1º grupo, dos extremados neo-pentecostais, se pode dizer: “O meu povo perece por falta de conhecimento”.
Do 2º grupo, todavia, tem-se que dizer: “O meu povo perece por causa de seu suposto conhecimento”.
Já do 3º grupo, o dos Ortodoxos, tem-se que afirmar: “Meu povo perece por falta de amar!”
Ao mesmo tempo, quando vejo que qualquer das três tendências acima mencionadas, se misturam a algo que poderíamos chamar de “sincera ignorância”, o produto é sempre o mesmo: uma espiritualidade de emblemas, de ritos, de cultos e de afirmações de crença — as quais serão tão mais importantes quanto sejam ou inconvenientes ou apenas escandalizadoras; neste último caso a relação com o escândalo é mais fácil de se apresentar nos do 1º e nos do 2º grupos; posto que os Ortodoxos somente escandalizem pela Fobia do Escândalo que os possui como um demônio.
Quando o pastor de tal possibilidade espiritual é ainda sincero, vê-se que seu culto se dirige à Bíblia ou à Igreja. Mas não se sente que ele tenha nada além de fé como correção doutrinaria diante de seus olhos, existindo quase sempre infeliz e oco de amor.
Intimidade com Deus, então, passa longe.
Confiança e regozijo na esperança da Glória... desvanecem.
Coragem de pregar o Evangelho, simples como ele é, soa como atraso para uns, e, para outros, como falta de visão de mercado.
Os Ortodoxos, no entanto, temem e tremem...; mas amam mais as suas tradições do que a simples verdade do Evangelho; posto que se fossem do Evangelho, e tão somente do Evangelho, isso lhes tiraria os dois deuses que cultuam: a Bíblia, como livro inerrante, e a Igreja, como algo a ser defendido até a morte na Terra; e os colocaria no chão instável da fé que apenas segue a Jesus sem fazer perguntas e sem acrescentar pesos.
O fato é que quem ama, ama a “igreja”; quem trabalha, usa a “igreja”; quem não crê, mas poesia a fé, o faz como recurso de sobrevivência psicológica, tendo a “igreja” como Divã. Já os Ortodoxos, que amam a Deus como conceito Bíblico, esses existem tão vivos quanto a Estatua de Calvino.
Os 1ºs reúnem muito povo para alcançar muito dinheiro. Os 2ºs tentam acalentar almas igualmente saudosas de Deus como as deles próprios. Os 3ºs amam a Deus nas letras das doutrinas... E dizem: “...se ninguém ouvir e ninguém ficar, não importa...”; posto que eles continuarão debruçados sobre o Livro..., masturbando-se com os contornos e nuances das doutrinas...
Enquanto isto, quem teria pique para trabalhar, engana; quem teria mente para ensinar, descrê; e quem teria caráter para ser um Pilar de saúde, torna-se apenas uma Estatua de Sal.
Em algum lugar se ouve o grito do profeta:
“Sai do meio dela, povo meu!”
Caio
20 de fevereiro de 2009
Cristãos e sacerdotes da religião cristã, mas, assim mesmo, atendem com mais facilidade qualquer valor ou estratégia, do que à Palavra de Jesus.
Tanto fez se são de linha extremada, exemplo: Neo-Pentecostal; ou se são da linha dos chamados Liberais.
Não importa. Os primeiros não crêem porque brincam com o nome de Jesus, enganando o povo sem pudor e sem temor de qualquer juízo de Deus. Já os do 2º grupo, não crêem também; embora, sem a insinceridade malévola dos primeiros.
Entretanto, tanto faz...
Os primeiros organizam “igrejas-franquias” para ganhar dinheiro. Todas elas são franquiadas... Recaíra sobre eles o que Jesus garantiu em Mateus sete que virá sobre todo lobo vestido de ovelha.
Já os de linha oposta, os chamados Liberais, não crêem também, mas, como são pessoas mais sutis e sofisticadas, desenvolvem meios psicológicos de permanência na “igreja” e até no “ministério”, pois, além do sustento, têm na “igreja” uma confraria, um Lions, uma maçonaria de velhas amizades e de cânticos saudosos; valores psicológicos importantes para eles. Além disso, muitos precisam do púlpito como forma de catarse; do contrario, enlouquecem ou surtam seriamente.
Em meio a esses pólos, temos os Ortodoxos semi-Ateus. Perguntados sobre Deus, eles dizem que crêem. Mas o negam por todas as suas ambições e demonstrações de culto à instituição, como se esta fosse o próprio Deus.
Assusta-me ver como muitos pastores conseguem ficar pregando anos e anos aquilo no que não crêem.
Sim! Muitos e muitos deles não crêem mais...
Do 1º grupo, dos extremados neo-pentecostais, se pode dizer: “O meu povo perece por falta de conhecimento”.
Do 2º grupo, todavia, tem-se que dizer: “O meu povo perece por causa de seu suposto conhecimento”.
Já do 3º grupo, o dos Ortodoxos, tem-se que afirmar: “Meu povo perece por falta de amar!”
Ao mesmo tempo, quando vejo que qualquer das três tendências acima mencionadas, se misturam a algo que poderíamos chamar de “sincera ignorância”, o produto é sempre o mesmo: uma espiritualidade de emblemas, de ritos, de cultos e de afirmações de crença — as quais serão tão mais importantes quanto sejam ou inconvenientes ou apenas escandalizadoras; neste último caso a relação com o escândalo é mais fácil de se apresentar nos do 1º e nos do 2º grupos; posto que os Ortodoxos somente escandalizem pela Fobia do Escândalo que os possui como um demônio.
Quando o pastor de tal possibilidade espiritual é ainda sincero, vê-se que seu culto se dirige à Bíblia ou à Igreja. Mas não se sente que ele tenha nada além de fé como correção doutrinaria diante de seus olhos, existindo quase sempre infeliz e oco de amor.
Intimidade com Deus, então, passa longe.
Confiança e regozijo na esperança da Glória... desvanecem.
Coragem de pregar o Evangelho, simples como ele é, soa como atraso para uns, e, para outros, como falta de visão de mercado.
Os Ortodoxos, no entanto, temem e tremem...; mas amam mais as suas tradições do que a simples verdade do Evangelho; posto que se fossem do Evangelho, e tão somente do Evangelho, isso lhes tiraria os dois deuses que cultuam: a Bíblia, como livro inerrante, e a Igreja, como algo a ser defendido até a morte na Terra; e os colocaria no chão instável da fé que apenas segue a Jesus sem fazer perguntas e sem acrescentar pesos.
O fato é que quem ama, ama a “igreja”; quem trabalha, usa a “igreja”; quem não crê, mas poesia a fé, o faz como recurso de sobrevivência psicológica, tendo a “igreja” como Divã. Já os Ortodoxos, que amam a Deus como conceito Bíblico, esses existem tão vivos quanto a Estatua de Calvino.
Os 1ºs reúnem muito povo para alcançar muito dinheiro. Os 2ºs tentam acalentar almas igualmente saudosas de Deus como as deles próprios. Os 3ºs amam a Deus nas letras das doutrinas... E dizem: “...se ninguém ouvir e ninguém ficar, não importa...”; posto que eles continuarão debruçados sobre o Livro..., masturbando-se com os contornos e nuances das doutrinas...
Enquanto isto, quem teria pique para trabalhar, engana; quem teria mente para ensinar, descrê; e quem teria caráter para ser um Pilar de saúde, torna-se apenas uma Estatua de Sal.
Em algum lugar se ouve o grito do profeta:
“Sai do meio dela, povo meu!”
Caio
20 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Família inclusiva
Deus me tem agraciado com uma família espetacular. Destaco aqui minha filha Letícia (alegria), sendo instrumento de Deus para alegrar a vida dos surdos em nossos cultos com sua interpretação em Libras.
Deus continue instrumentalizando a Letícia através de suas mãos tão belas e através de sua argúcia mental.
Parabéns também às demais intérpretes: Ruth (líder), Thaise e Jedy!
sábado, 29 de novembro de 2008
Teologia da Prosperidade e calamidades
A Teologia da Prosperidade está tomando rumos aviltantes, sem que ao menos seus pregadores desconfiem de que algo esteja errado com ela.
Fui a um culto em nossa igreja esta semana em que a "pregação", de aproximadamente quarenta minutos, ressaltou a Teologia da Prosperidade do começo ao fim - claro que o pregador não utilizou esta nomenclatura. Não se falou em graça, cruz, renúncia, arrependimento, perdão e outros valores tão preciosos do cristianismo. Nem mesmo se falou em Cristo, falou-se de Deus como uma entidade à serviço do homem para satisfazer-lhe os caprichos. O pregador lançou mão da insatisfação humana (só satisfeita em Deus) para trocá-la por bens materiais nomináveis. Até este ponto a história coincide com o que os leitores já sabem, pois já ouviram este tipo de mensagem.
O problema deste episódio reside no fato de que esta pregação, paradoxalmente, aconteceu ao mesmo tempo em que muitos irmãos estavam com suas casas inundadas, perderam a maioria ou todos os seus móveis, carros, bens de valor emocional, familiares, casa e alguns até mesmo o terreno onde a casa estava em cima, ou seja, literal e figuradamente ficaram sem chão.
Como explicar a estes flagelados que a Teologia da Prosperidade não dá certo nestas circunstâncias? Que tipo de conforto ela traz para aqueles que esta teologia desceu ladeira abaixo enterrando-se na lama suja? Esta catástrofe não é um grande alerta de que esta teologia serve ao deus dinheiro e não ao Deus verdadeiro? Até quando nossos púlpitos serão tomados por esta teologia que distrai o povo daquilo que o Deus verdadeiro está dizendo?
Jesus mesmo admitiu que no caração humano pode haver um deus disputando em pé de igualdade com Deus, Ele o chamou de Mamon (dinheiro, riquezas). Se Jesus estava certo, e provavelmente estava (exceto para a Teologia da Prosperidade), então um novo deus está orientando nossos pregadores: está ungindo-os com seu poder de compra, inspirando-os com seu conforto, fazendo arder seus corações com sua segurança e enriquecendo-os com ofertas e a venda de CD's, DVD's e ainda, o pregador acima mencionado, ofereceu até um CD pirata com livros. Eles são criativos e ousados e legitimam suas mensagens com profecias e revelações convincentes, assim estão tentando "enganar até os escolhidos" (Mt 24.24).
O triste desta situação é que estão convencidos de que falam em nome do Deus verdadeiro e conseguem convencer a muitos. Será que já não fomos cobertos e afogados pela avalanche da prosperidade a tal ponto de estar soterrados e sem forças para reagir? Já percebemos que Teologia da Prosperidade rima com calamidade?
Somente um resgate vindo do céu poderá nos tirar deste vale em que estamos ilhados!
Para enriquecer a compreensão recomendo comparar os dois vídeos abaixo:
http://br.youtube.com/watch?v=PhXFz89BOmw
http://br.youtube.com/watch?v=0AiwafSyNk8&feature=related
Fui a um culto em nossa igreja esta semana em que a "pregação", de aproximadamente quarenta minutos, ressaltou a Teologia da Prosperidade do começo ao fim - claro que o pregador não utilizou esta nomenclatura. Não se falou em graça, cruz, renúncia, arrependimento, perdão e outros valores tão preciosos do cristianismo. Nem mesmo se falou em Cristo, falou-se de Deus como uma entidade à serviço do homem para satisfazer-lhe os caprichos. O pregador lançou mão da insatisfação humana (só satisfeita em Deus) para trocá-la por bens materiais nomináveis. Até este ponto a história coincide com o que os leitores já sabem, pois já ouviram este tipo de mensagem.
O problema deste episódio reside no fato de que esta pregação, paradoxalmente, aconteceu ao mesmo tempo em que muitos irmãos estavam com suas casas inundadas, perderam a maioria ou todos os seus móveis, carros, bens de valor emocional, familiares, casa e alguns até mesmo o terreno onde a casa estava em cima, ou seja, literal e figuradamente ficaram sem chão.
Como explicar a estes flagelados que a Teologia da Prosperidade não dá certo nestas circunstâncias? Que tipo de conforto ela traz para aqueles que esta teologia desceu ladeira abaixo enterrando-se na lama suja? Esta catástrofe não é um grande alerta de que esta teologia serve ao deus dinheiro e não ao Deus verdadeiro? Até quando nossos púlpitos serão tomados por esta teologia que distrai o povo daquilo que o Deus verdadeiro está dizendo?
Jesus mesmo admitiu que no caração humano pode haver um deus disputando em pé de igualdade com Deus, Ele o chamou de Mamon (dinheiro, riquezas). Se Jesus estava certo, e provavelmente estava (exceto para a Teologia da Prosperidade), então um novo deus está orientando nossos pregadores: está ungindo-os com seu poder de compra, inspirando-os com seu conforto, fazendo arder seus corações com sua segurança e enriquecendo-os com ofertas e a venda de CD's, DVD's e ainda, o pregador acima mencionado, ofereceu até um CD pirata com livros. Eles são criativos e ousados e legitimam suas mensagens com profecias e revelações convincentes, assim estão tentando "enganar até os escolhidos" (Mt 24.24).
O triste desta situação é que estão convencidos de que falam em nome do Deus verdadeiro e conseguem convencer a muitos. Será que já não fomos cobertos e afogados pela avalanche da prosperidade a tal ponto de estar soterrados e sem forças para reagir? Já percebemos que Teologia da Prosperidade rima com calamidade?
Somente um resgate vindo do céu poderá nos tirar deste vale em que estamos ilhados!
Para enriquecer a compreensão recomendo comparar os dois vídeos abaixo:
http://br.youtube.com/watch?v=PhXFz89BOmw
http://br.youtube.com/watch?v=0AiwafSyNk8&feature=related
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